CONCURSO DE POESIA

 

MAR

 

Na praia, mar podemos encontrar.

Deitados numa toalha podemos desfrutar

Água cristalina e esbelta

Até dá dó em sujar.

 

Mar plástico, mar sujo.

Se dele não tratares

vai-se tornar um absurdo

Impossível de nadares.

 

Todo sujo e imundo.

Num estalar de dedos,

eu vou mudar o mundo

em apenas um segundo.

 

Meu querido mar,

em ti podemos navegar e

relíquias antigas podemos encontrar.

Junto a nós um peixe a nadar.

 

O mar me acalma.

Mesmo com tanta ira

espanta a minha alma

de ser azul como safira.

 

Lindo este mar

que faz a vida a muita gente.

Mas já fez gente chorar

por ser tão imponente.

 

Mar amado,

que na tua infinidade

me perco e encontro,

me faço e desfaço.

No teu rio de liberdade

o meu pensamento voa

como as gaivotas

que no teu peito se deitam.

As minhas lágrimas

na tua água se perdem

e todo o meu ser

deixo morrer,

porque contigo

E por ti me desfaço

e recrio.

Da tua água sou feita

e pela tua água serei desfeita.

 

Na tua imensidão

um coração pesado vai

mas cheio de paixão se sai.

E uma alma tensa, cheia de agonia

fica limpa e tranquila

enquanto o medo se esvai.

 

Turma 9.º H

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